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O que fazer em caso de Acidente

  • O outro veículo não tem seguro

    Se o veículo que lhe bateu não tem seguro válido ou não apresenta os documentos que o comprovem, deverá recolher todos os elementos de identificação, quer do condutor, quer do veículo. Nestes casos recomenda-se que chame a polícia para dar conta da ocorrência. Através dos dados recolhidos, nomeadamente da matrícula da viatura poderá verificar junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (quer no sitio de internet da ASF, quer através do Serviço de Atendimento ao Público) qual o segurador e se existe ou não seguro válido. No caso de se verificar que não existe terá de recorrer ao Fundo de Garantia Automóvel.

  • O outro condutor fugiu

    Se o condutor do outro veículo foge deverá tomar as seguintes medidas:
    - Identificar a matrícula do automóvel do condutor em fuga;
    - Arranjar testemunhas no local que tenham estado presentes no momento do acidente;
    - Contactar a polícia de imediato. Caso consiga identificar a matrícula do responsável pelo acidente poderá contactar o Fundo de Garantia Automóvel que tomará as diligências necessárias pela identificação do mesmo. No caso de não ser possível identificar a matrícula o Fundo de Garantia Automóvel apenas se responsabilizará caso existam danos corporais significativos (lesão corporal que determine morte ou internamento hospitalar igual ou superior a sete dias, ou incapacidade temporária absoluta por período igual ou superior a 60 dias, ou incapacidade parcial permanente igual ou superior a 15 %).

  • Declaração Amigável de Acidente Automóvel

    Preencha SEMPRE a Declaração Amigável (a não ser que seja fisicamente impossível). Deverá garantir que a Declaração Amigável fica completa e corretamente preenchida. Siga a lista que a N Seguros lhe sugere:

    Preencher totalmente a frente da Declaração – atenção à Data, Hora e Local do Acidente.
    Fazer o desenho do Acidente na frente da Declaração (mesmo que as autoridades digam que não é necessário, aconselhamos sempre que preencha).
    Assinalar as circunstâncias do acidente no veículo A e B.
    Indicar Danos Visíveis.
    Identificação das 2 seguradoras e das matrículas dos veículos intervenientes no acidente.
    Assinatura de ambos os condutores.
    Os dados das TESTEMUNHAS só são válidas se tiverem prestado declarações à Policia no local do acidente, sendo fundamental para o desfecho do processo.
    Descrição pormenorizada do Acidente no Verso – não esquecer nenhum ponto importante.
    Assinalar no verso se houve ou não intervenção das autoridades.
    10º Identificar a oficina – Nome, morada completa, telefone, fax e Nº contribuinte Se proceder desta forma, o acidente será resolvido rapidamente.

    Faça aqui o download da Declaração Amigável

  • Oficinas Referenciadas

  • Como participar?

    A participação do acidente deverá ser feita à Seguradora através do envio da Declaração Amigável, totalmente preenchida e assinada, através do e-mail acidentes@nseguros.pt ou para o fax 220 90 77 77.

  • O que é a Convenção IDS?

    A Convenção IDS - Indemnização Direta ao Segurado - é um acordo celebrado entre a grande maioria das Seguradoras com o objetivo de simplificar e acelerar a resolução dos acidentes automóvel. Ou seja, o Segurado poderá resolver o acidente junto da sua própria seguradora, mesmo nos casos em que a responsabilidade não é sua, evitando que este tenha de contactar a seguradora do terceiro responsável. Aplica-se esta Convenção nas seguintes condições:
    • Acidente ocorrido em Portugal Continental, Açores e Madeira;
    • Existência de seguro válido; • Intervenção apenas de dois veículos, com seguro válido (não se aplica aos casos de choque em cadeia);
    • Apenas se verifiquem danos materiais (são excluídos danos corporais, ainda que ligeiros);
    • O valor da reparação do veículo lesado não pode ultrapassar os €15.000;
    • Preenchimento completo e correto da DAAA, devidamente assinada:
    - Data do acidente - Veículo - Companhia de seguros - Circunstâncias do acidente ou esquema do acidente
    - Assinatura dos condutores Quando o acidente é participado à respetiva seguradora, esta verificará se o mesmo se enquadra ou não na convenção. Caso não reúna condições para um IDS:

    • Deve participar à sua companhia, se pretender acionar Danos Próprios;
    • Deve enviar uma reclamação de terceiros à seguradora do outro interveniente, remetendo cópia para a N Seguros, caso o sinistro nos seja reclamado. Neste caso, é a outra companhia que vai marcar a peritagem à sua viatura e regularizar o sinistro.

  • Qual o prazo?

    A Declaração Amigável deve ser remetida ou entregue à seguradora no mais breve espaço de tempo possível, sem nunca ultrapassar oito dias após o acidente ou do dia em que teve conhecimento do mesmo.

  • E se for no Estrangeiro?

    Caso o acidente ocorra no estrangeiro ou com um veículo de matrícula estrangeira, deve contactar o GABINETE PORTUGUÊS DE CARTA VERDE, que funciona junto da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) e pelo telefone n.º 21 384 81 01/38/32 ou na morada: Rua Rodrigo da Fonseca n.º 41 - 1070-157 Lisboa.

 

Prevenir Aborrecimentos

  • Que Documentos o devem acompanhar

    Toda a documentação exigida por lei, em especial:

    - Carta de Condução e Bilhete de Identidade (ou cartão de cidadão);
    - Livrete e título de registo de propriedade do veículo (ou documento único);
    - Carta Verde, certificado provisório de seguro (na ausência de carta verde) ou aviso-recibo, quando válidos;
    - Vinheta do seguro obrigatório automóvel.


    Se for caso disso:

    - Certificado de inspeção periódica obrigatória e vinheta de inspeção obrigatória;
    - Declaração para registo de dísticos (comprovativo do pagamento do imposto municipal sobre veículos);
    - Um ou vários exemplares da Declaração Amigável de Acidente Automóvel, para utilizar em caso de acidente.

  • Informação a recolher em caso de acidente

    • Dados dos intervenientes no acidente;
    • Eventuais testemunhas;
    • Viaturas envolvidas e respetivas seguradoras;
    • Local, dia e hora do acidente e esboço do mesmo, com indicação dos danos.
  • Deslocações ao estrangeiro

    Quando viajar para o estrangeiro não se esqueça da Carta Verde, que segundo a lei, comprova e titula a existência do seguro automóvel obrigatório, e é válida para todos os países cuja sigla não esteja traçada no quadro de países constante na mesma.

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